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venceremos



Sexta-feira, 31.01.14

5 importantes perguntas bem filosoficas

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      O marxismo traçou o caminho ao estudo global e universal do processo do nascimento, do desenvolvimento e do declineo das formações economicas e sociais, examinando o conjunto das tendencias contraditorias, transpondo-as para as condições de existencia e de produção, totalmente precisadas, das diversas classes da sociedade, afastando a subjetividade e o arbitrario na escolha das ideias " dirigentes " ou nas suas interpretações, descobrindo a " origem " de todas as ideias e das diferentes tendencias, sem excepções, no estado das forças produtivas materiais.

 

      Os homens são os artifices da propria Historia, mas porque motivos os homens ( e especialmente as Massas Humanas ) se determinam?

 

      Qual a causa dos conflitos entre as ideias e as aspirações contraditorias?

 

      Qual é a resultante de todos os conflitos, no conjunto das sociedades humanas?

 

      Quais são as condições objectivas, da produção da vida material, sobre as quais esta baseada toda a actividade historica dos homens?

 

      Qual é a lei que determina a evolução destas condições?

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por filosofia-xauteriana às 22:46

Quarta-feira, 29.01.14

Cinco Preguntas Filosoficas, por Encima de Todo.

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      Marxismo ha sido pionera en la forma de estudiar global y universal del nascimiento, desarrollo y formacion, proceso de declive economico y social examinando el conjunto de tendencias contradictorias, en la parte posterior a las condiciones de existencia y produccion, especificada claramente, de las diversas clases de la sociedad, tirando el subjetivismo y la arbitrariedad en la eleccion de las ideas o en su interpretacion por descubrir el origen de todas las ideas y las tendencias diversas, sin excepcion, en el estado del material productivo de fuerzas.

 

Question N°1: ?Los hombres son artesanos de su propria Historia, pero por lo que son los motivos de los hombres y especificamente masas humanas determinaron?

 

Question N°2: ?Cuàl es la causa de conflictos entre ideas y aspiraciones contradictorias?

 

Question N°3: ?Cuàl es el resultado de todos estos conflictos de todas las sociedades humanas?

 

Question N°4: ? Cuàles son las condiciones objetivas de la produccion de la vida material en que se basa cualquier actividad historica de los hombres?

 

Question N°5: ? Qué es la ley que preside sobre la evolucion de estas condiciones?

 

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por filosofia-xauteriana às 00:44

Quarta-feira, 15.01.14

Vejamos: sobre A PESQUISA

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      A pesquisa, pela analise e sintese, permite a exposição de conjunto, conquistando pela reflexão uma autentica ideia espelhada do movimento total.

 

      A ideia dum metodo impessoal ( formalmente determinada, não necessitando de mais do que ser aplicada automaticamente, enquanto receita para pensar ) nada tem em comum com o Marxismo. Para Marx, a reflexão não se impõe do exterior, em nome duma metodologia absoluta, dum tratamento dialectico numa " formula " dada. Eis a enorme diferença entre o metodo de Marx e o de Hegel -- mesmo notando que Marx se serve, aqui, da inspiração hegeliana, reavivando-a contra o seu sistema. Para Marx, é sobretudo necessario evitar-se esta reflexão exterior ao objecto -- que se estabelece entre as realidades constituintes num todo organico de relações superficiais.

 

      A pesquisa não pode descobrir um movimento dialectico no futuro da sua << materia >> senão se este se encontra jà là, e na medida em que ele là se encontra jà. Embora estando jà na propria medida onde esta << materia >> se transforma, porque futuro implica a negação da existencia.

 

      O conhecimento aproveita as formas e as estruturas << no curso do movimento e, consequentemente, pelo seu lado efemero >>. Não destaca as formas da formação, nem as estruturas do futuro. Portanto é, na essencia, tanto critica como revolucionaria, como dialectica.

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por filosofia-xauteriana às 16:22

Domingo, 12.01.14

Questão filosofica N°1

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      Com Lenine e com Marx demonstrou-se que o verdadeiro materialismo marxista não elimina os problemas filosoficos, se os considerarmos como vulgares adivinhas para o uso dos intelectuais separados da vida real. O Materialismo aborda  o real com uma problematica.

 

      So o dogmatismo, expressão dum pensamento vulgarisado e esquematisado,  suprime os problemas por acredita-los resolvidos eternamente. Este materialismo dissecado perdeu a poesia do antigo materialismo dos filosofos gregos, que ainda confundiam a materia, a vida, a consciencia, mas que falavam da << natureza >> duma maneira inocente, fresca, profunda.

 

      " Os extremos tocam-se ", dizia Marx na sua critica da filosofia hegeliana: o materialismo abstracto junta-se com o espiritualismo abstracto. Mas tambem acrescenta ( na Santa Familia, a proposito do seculo XVIII ) que se torna asceptica e misantropica; que as qualidades sensiveis se desfloram; que a filosofia do real, para responder ao << espirito >> desencarnado, apresenta-se como um << ser de razão >>.

 

      Estas duras observações poder-se-ão renovar, a proposito do materialismo recente que se pretende marxista.

 

      Estas dificuldades do pensamento materialista não se separam duma crise geral do pensamento filosofico.

 

      A filosofia procura a sua via entre as especialisações e as divisões do trabalho, levadas até às ultimas consequencias. Os especialistas que se partilham os dominios e os sectores do conhecimento, atingem uma tecnicidade simultaneamente superior e delimitada. Que fica para o filosofo? E que pode este, num mundo onde se afrontam forças para as quais so as relações contam? Qual é o papel do filosofo? Qual é o seu lugar?

 

      Filosofia alguma, por mais afastada que ela esteja ( ou pareça estar ) do real, não pode evitar o confronto com os acontecimentos e com as condições objectivas.  Se os acontecimentos não intervêm, a escolha individual duma filosofia ficara entregue ao acaso e relevara ( examine-se sobre inumeros casos ) dum estudo estactico. Ora, entretanto na vida real, os acontecimentos determinam o conjunto das escolhas.

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por filosofia-xauteriana às 16:27

Terça-feira, 07.01.14

Relembrando Lenine.

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      Em " A Memoria da Comuna " ( de Paris ), Lenine explica quais são as condições duma Revolução de Trabalhadores victoriosa:

 

      -- Pelo menos, duas condições são necessarias para que uma Revolução Social possa triunfar: o nivel elevado das forças productivas e a preparação dos Trabalhadores.

 

      Nos multiplos estractos de " O Estado e a Revolução ", Lenine mostra a necessidade de destruir o anterior aparelho-de-Estado burguês e de construir sobre as suas ruinas a Democracia Popular. Na sua polemica contra o renegado Kautsky, Lenine prova a impossibilidade duma democracia-pura e opõe à democracia-burguêsa ( reservada aos ricos ) a Democracia Proletaria. O Estado Proletario tem por objetivo salvaguardar a Democracia Popular contra os ataques da burguesia.

 

      -- E mais util e mais agradavel fazer-se << a experiencia duma revolução >> do que de escrever sobre ela.

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por filosofia-xauteriana às 00:30

Domingo, 05.01.14

Essas falsas explicações!...

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      Os argumentos que procuram demonstrar que o desenvolvimento do capitalismo industrial se

 

concilia com uma diminuição do numero de trabalhadores são falsos -- como é que conseguem fazer-

 

nos acreditar em tal contrasenso?

 

      Pode-se dizer que o publico burguês esta, geralmente, inclinado a aceitar as teorias que convêm;

 

que todos os anti-revolucionarios encontram em tal as justificações para as suas despreziveis

 

atitudes; que distintos professores as caucionam -- profissionalmente ligados a organismos

 

financeiros privados, governamentais, multi-nacionais, supra-nacionais ou internacionais que lhes

 

estabelecem um certo grau de reputação.

 

      Estas falsidades enganam até mesmo alguns revolucionarios, perfeitamente honestos. Isto deixa

 

acreditar que estes falsos argumentos têm uma grande aparencia de verdade, parecendo

 

corresponderem a constatações imediatas. Na realidade, aquilo que imediatamente salta à vista é o

 

aspecto local ou nacional da produção industrial capitalista -- quando esta é essencialmente

 

internacional.

 

      Nos paises em vias de desenvolvimento, que recebem os seus principais capitais ( senão todos )

 

do estrangeiro, uma classe burguesa desenvolve-se, enquanto uma grande parte da população passa

 

para a classe dos trabalhadores. Là, nesses paises, o problema fica longinquo, mesmo se todos

 

reconhecerem o crescimento do numero de operarios.

 

      Ora, nos paises capitalistas, nada é comparavel. Primeiro, porque os enormes capitais que partem

 

para serem investidos no estrangeiro, não são investidos no interior; portanto, não favorisam o

 

crescimento interior; ora, sem favorizarem o crescimento interior, tambem não podem favorizar a

 

Classe Trabalhadora. Depois, os beneficios repatriados ( dos capitais exportados ) fornecem uma

 

grande parte dos interesses das contas bancarias a prazo e dos accionistas da Bolsa.

 

      Por fim, a transformação em metropoles dos Estados imperialistas faz deles centros

 

administrativos e comerciais, cerebros da produção mundial -- donde, uma necessidade multiplicada

 

de empregados de escritorios, de comercio, de bancos, etc. ; mas tambem de artistas, de sabios, de

 

estudantes, etc. : seja, de teoricos anti-revolucionarios. Assim, a realidade imediata, concreta, que

 

salta aos olhos dos habitantes destes paises, é que o numero de trabalhadores não aumenta senão

 

muito moderadamente -- enquanto que o " Sector Terciario " cresce rapidamente.

 

      E pois nos paises imperialistas que as teses da " Decrescencia Relativa " parecem confirmadas e

 

são acreditadas enquanto sucessos. Estranho é que ninguem pense contestar, depois de verificarem

 

que as empresas industriais tiraram beneficios colossais, que se multiplicaram, que se estenderam

 

por todo o Mundo... Ora tal não significara que foi-lhes necessario aumentarem a mão-de-obra? Mas,

 

qual, senão aquela dos paises mais pobres e onde ha salarios da miseria?

 

 

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por filosofia-xauteriana às 00:09

Sexta-feira, 03.01.14

Mito do " Sector Terciario "

     

 

      Este moderno titulo do tão falado " Sector Terciario " é uma rubrica indefinida onde, indistintamente misturam de tudo, fingindo-se ignorar todas as categorias sociais que não possam ser agrupadas nos sectores da industria ou no da agricultura.

 

      Note-se que não se trata duma unidade de classificação cuja homogeniedade se possa compar à dos dois primeiros Sectores. Ora, quando se agrupa no nome  "Sector "  actividades economicas tão precisas e homogenias como a industria ou a agricultura, o emprego do mesmo vocabulo para designar uma massa indeterminada de actividades economicas heterocliticas é, sem sombra de duvidas, abusivo. Assim, o termo " terciario " significa simplesmente que um " etc " esta colocado em terceira posição. Portanto, apos os vocabulos " agricola " e " industrial ", o vocabulo terciario torna-se incoerente. Que diriamos dum zoologista que pretendesse classificar o conjunto das especies ( do mundo animal ) nas unicas três especes seguintes: << a espece cão, a espece gato e ... a espece terciaria >>?

 

      Para evitarem o ridiculo, às vezes substituem a expressão " Sector Terciario " por " Sector de Serviços " -- o que não difere do mesmo " etc ". Ora os inventores destas duas expressões ôcas de sentido, aqueles que as admitiram, imponda-os como utensilios convencionais, nada tinham de insensatos; pelo contrario, foram mesmo pessoas eruditas e bastante habeis -- encontraram e aceitaram esta terminologia incoerente, porque tratava-se de designar um conjunto incoerente. Teria sido mais facil intitular a " terceira rubrica " por << Outros Sectores >>, colocando honestamente a expressão no plural. Contudo foi exactamente este " plurar " que os embaraçou, porque ficavam impedidos de apresentarem como homogenio um grupo injustificavel de categorias sociais indeterminadas.

 

      A divisão da População activa segundo " Sectores " é bastante judiciosa, muito util; assim, a sensatez ditava que depois da Agricultura e da Industria deveriam figurar os outros grupos importantes e tambem indefiniveis como o Comercio, a Administração e os Serviços Pùblicos, os Professores liberais e outros de menor relevancia como o Pessoal domestico.

 

      Para falar de " crescimento " ( ou melhor, de " aumento " ) colectivo, de todos estes " Sectores ", seria necessario terem-se observado que todos apresentavam um movimento aumentativo. Senão, OBRIGATORIAMETE, teriam de declarar apenas e exclusivamente os Sectores que progridem.

 

      Eis um punhado de " poeira para os olhos " que o capitalismo atira aos Povos!!!

 

 

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por filosofia-xauteriana às 16:44


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